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Leonardo Gonçalves retoma carreira com regravação dos anos 1980

Publicado em 28-03-2018

Texto: Redação Efrata Music

Tags: cantores(as) e bandas  gospel e popular  

Leonardo Gonçalves na gravação do clipe da música 'Deus sabe, Deus ouve, Deus vê' - Foto: Divulgação
Leonardo Gonçalves na gravação do clipe da música 'Deus sabe, Deus ouve, Deus vê' - Foto: Divulgação

A música Deus sabe, Deus ouve, Deus vê (Flávio Santos e Valdecir Lima), cedida pela editora Efrata Music, faz parte da retomada da carreira do cantor pernambucano Leonardo Gonçalves, após encerrar, em 2017, um período sabático. O novo single fará parte do álbum Sentido, quinto trabalho de Leonardo, que lançará o disco na íntegra em agosto, pela Sony Music.

O clipe de Deus sabe, Deus ouve, Deus vê – música gravada originalmente em 1984 – foi filmado em Praga, na República Tcheca, com a orquestra sinfônica da cidade, sob regência de Williams Costa Jr., tio de Leonardo. Os músicos acompanharão o cantor em todas as faixas de Sentido, que trará apenas releituras.

De acordo com o artista, a proposta do álbum é homenagear os compositores que marcaram sua vida.

“Do ponto de vista sonoro, é uma continuidade do meu trabalho em hebraico, só que agora com canções em português que já passaram pela prova do tempo. É uma oportunidade ímpar e única de apresentar ‘meus’ clássicos à maior parte do meu público, que talvez não os conheça. E vou apresentá-los em um formato que é estranho ao mercado atual, mas que não deveria ser novidade. Ao mesmo tempo em que é o álbum sonoramente menos comercial que já fiz, é o assunto mais universal em que já toquei (...), a condição humana face ao sofrimento e ao silêncio de Deus”, explica Leonardo, em depoimento publicado no site Fausto Mag.

Ainda de acordo com o site, o disco trará, além de temas religiosos, releituras de músicas populares e eruditas.

“Tudo que é do inefável não pertence a ninguém. Quando vejo artistas grandes, talvez até demonizados pelo meio cristão – o que tem, muitas vezes, mais a ver com orientação política do que com espiritualidade propriamente dita – enxergo claramente que as obras deles não pertencem a eles nem estão sob seu controle. A obra, por exemplo, de Chico Buarque não pertence a ele. (...) Transcende. (...) Muitos desses artistas que não são do meio religioso parecem ter mais consciência disso do que muitos artistas que são religiosos. Eles parecem entender mais que a arte, no máximo, passa por eles”, justifica o cantor.

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