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Dudalina deve deixar de existir como empresa

Publicado em 15-12-2017

Texto: Redação Efrata Music

Tags: propriedade intelectual  

Sede da Dudalina em Blumenau (SC) - Foto: Divulgação/Dudalina
Sede da Dudalina em Blumenau (SC) - Foto: Divulgação/Dudalina

A fabricante catarinense de camisas Dudalina deve desaparecer como empresa, restando apenas a marca. Esse é o desejo da Restoque, que controla as marcas Le Lis Blanc, Rosa Chá, John John e Bo.Bô e comprou a Dudalina em 2014. A aquisição criou a maior varejista de roupas de alto padrão do Brasil.

De acordo com o blog de Pedro Machado no jornal Diário Catarinense, a Restoque está promovendo uma reestruturação societária e contratou uma consultoria do Rio de Janeiro para levantar o patrimônio líquido da Dudalina – a análise apurou um valor de R$ 156,7 milhões.

O objetivo é incorporar em definitivo a fabricante de camisas, absorvendo todos os seus bens, direitos e obrigações. Com isso, a varejista busca “a unificação e centralização das atividades da Dudalina e da Restoque de forma a racionalizar operações, otimizar a administração e minimizar despesas mediante economia de escala”.

Os custos com a incorporação estão estimados em R$ 500 mil, incluídas as despesas com publicações, auditores, avaliadores, advogados e demais profissionais contratados para assessoria na operação.

Fundada em 1957, na cidade de Luiz Alves, hoje a Dudalina tem sede em Blumenau. Em 2016, foi eleita pela Great Place to Work a quinta melhor empresa para trabalhar em Santa Catarina. É também a terceira rede de franquias mais internacionalizada do Brasil, segundo a Fundação Dom Cabral, com mais de 100 lojas na América do Sul, América Central e Europa, além de comercializar para outros 55 países.

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