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Queda de avião que transportava jogadores da Chapecoense mata mais de 70

Publicado em 29-11-2016

Texto: Redação Efrata Music

Tags: política e cultura  

O escudo da Chapecoense com fundo preto e uma fita, em sinal de luto, ganhou as redes sociais como homenagem às vítimas do acidente aéreo que matou jogadores, membros da comissão técnica e dirigentes do clube
O escudo da Chapecoense com fundo preto e uma fita, em sinal de luto, ganhou as redes sociais como homenagem às vítimas do acidente aéreo que matou jogadores, membros da comissão técnica e dirigentes do clube

O futebol está de luto. O avião que transportava a delegação da Chapecoense para a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional de Medellín, da Colômbia, caiu na madrugada de segunda (28/11) para terça (29), matando 75 pessoas. Seis sobrevieram. Além de praticamente todo os jogadores do elenco da Chapecoense, estavam no avião o presidente do clube, Sandro Pallaoro; a comissão técnica, incluindo o técnico da equipe, Caio Junior; e 21 jornalistas que iriam cobrir o jogo.

Era a primeira decisão internacional do time da cidade de Chapecó, no interior de Santa Catarina, criado há apenas 43 anos. O clube teve uma ascensão meteórica a partir de 2008, quando executivos locais começaram investir no futebol. Em cinco anos, o "Furacão do Oeste", como é conhecido, passou da Série D para a A, e desde 2014 está na elite do futebol nacional - no Brasileirão deste ano, a equipe ocupa a nona colocação. A Chapecoense também é a atual campeã catarinense, feito que rendeu uma homenagem de Elvis Tavares no programa Onde os Fracos Têm Vez que foi ao ar em 21 de maio, na rádio Sara Brasil FM, de Florianópolis.

Entre os seis sobreviventes da tragédia estão o zagueiro Neto, o lateral Alan Ruschel e o goleiro reserva Follmann, que teve uma perna amputada. Os outros três são o jornalista Rafael Henzel, da rádio Oeste Capital, de Chapecó, e dois integrantes da tripulação: Ximena Suárez e Erwin Tumiri. O goleiro titular da Chapecoense, Danilo - um dos destaques do Brasileirão deste ano -, chegou a ser resgatado com vida, mas não resistiu.

O prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, decretou luto oficial de 30 dias, suspendendo todos os eventos e festividades relacionados ao Natal e ao ano-novo. Nas redes sociais, personalidades e clubes de futebol de vários países prestaram solidariedade às vítimas. A hashtag #ForçaChape se tornou a mais usada no Twitter em todo o mundo.

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